quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Formação de Educadores - PROJOVEM URBANO - Itapema e Balneário Camboriú

Doação de livros : enriquecimento de conhecimentos

Leituras

Dinâmicas

Trabalhos em grupo

Desenvolvimento de trabalhos

A importância do trabalhar em equipe

Desenvolvimento de atividades

Apresentações

Temas Desenvolvidos

  •      Possibilitar a formação de profissionais fundamentados em conhecimentos, competências, habilidades e atitudes para atuarem na docência e na gestão do Ensino Fundamental e em diferentes espaços que exigem a presença do professor.
  •       Formar profissionais habilitados em conhecimentos, competências, habilidades e atitudes para atuarem no contexto da escola, possibilitando a compreensão do profissional da educação acerca dos fenômenos contemporâneos, para que possa, possuindo uma visão global das sociedades e de suas problemáticas, planejar e estabelecer diretrizes que envolvam o meio educacional.
  •        Possibilitar discussões e entendimento sobre os temas propostos.
  •       Possibilitar momentos de planejamento e construção de materiais alternativos para as aulas interdisciplinares.
  •      Leitura – novo despertar O educador transformando a leitura em uma coisa agradável e não um castigo. Um novo olhar para a biblioteca da escola. Tipologia textual.
  •     Cotidiano - O educador e sua disciplina no cotidiano dos alunos e sua relação com um sujeito integral – Integração/interdisciplinaridade.
  •      Novos ambientes, novas aprendizagens – O espaço escolar como potencial de trabalho educativo.
  •     Aluno pesquisador - visões de Phillipe Perrenoud.
  •     Educação Científica e Tecnológica – Saber pensar, buscar o significado das coisas. Produção do conhecimento. Visões de Rubem Alves e Pedro Demo.
  •      Montar projetos em sala – recortar , colar, desenhar , pendurar ... Aulas envolventes prendem os alunos e estimulam a criar trabalhos maravilhosos sob o olhar do educador.
  •      Professor Orientador da Aprendizagem – Uma forma de trabalho interdisciplinar para uma sala de aula dinâmica e contextualizada.
  •      Planejamento – Sem ele não existe trabalho pedagógico. O planejamento coletivo como instrumento de uma dinâmica interdisciplinar – Um novo olhar sobre o ato de planejar.
  •     Vivendo com as diferenças! Homossexuais , Emos , Darck”s estamos preparados  para esta diversidade ? A importância das aulas de sociologia – surgimento de debates, rompendo preconceitos.
  •     Material didático - Ferramenta de trabalho, não objeto de alienação.
  •    Relações de Gênero na educação - Como trabalhar este desafio ?
  •     Produção e Gestão do Conhecimento – Uma nova perspectiva que emerge com uma sociedade baseada no conhecimento. O que isso significa para a educação?
  •     Formação Continuada de Educadores -  Melhor qualidade no ensino e uma melhor relação aluno X professor.
  •     Currículo Integrado – Uma possibilidade além das expectativas.
  •     Pedagogia Social – Para além dos muros da escola.
  •     Ciências Exatas e seus desafios
  •    Uma nova visão par a educação : a Neuropedagogia
  • Educadores – produção e gestão do conhecimento - novas proposta para uma Educação Científica e Tecnológica

A Educação com um novo olhar!

Vivemos em um período em que a formação continuada dos educadores se torna cada vez mais necessária . Nossos estudantes não são mais os mesmo, as mudanças sociais acontecem e com elas,  todos aqueles que a permeiam . Diante disto enfrentamos como educadores vários obstáculos para fazer nossos  alunos compreenderem a importância da leitura e de como fazer esta leitura. Muitos confundem alfabetização com
letramento , porém  não entendem o que estão lendo ou o até mesmo o que
produzem no meio acadêmico .
        As heranças do  Ensino Médio insistem em permanecer na mente de nossos jovens . Aplicar seus estudos e suas pesquisas no cotidiano profissional ou de pesquisa tem se tornado um desafio para  nós educadores e pesquisadores. A maioria  mantém-se a distância do  conteúdo aprendido a realidade . Precisamos inovar e rever nossos  métodos.  Ler, escrever e expressar-se parece um desafio a ser superado e  precisamos  de um Currículo Integrado onde todas as disciplinas caminhem juntas  com um objetivo comum:  formar e  manter alunos envolvidos e dinâmicos, para que estes possam ver a  aplicação de nossas aulas  como um instrumento de pesquisa diária e necessária .

Educação para Inclusão Social

 EDUCAÇÃO E INCLUSÃO - SUAS METAS
O de  tratar a inclusão social no contexto do desenvolvimento humano e dos direitos de cidadania, o que implica: afirmar o jovem como sujeito de direitos; valorizar suas expressões culturais seus saberes, suas emoções, sensibilidades, sociabilidades, ações éticas e estéticas; compreender a juventude na perspectiva de geração, que necessariamente aponta para novas relações inter e intrageracionais e
pressupõe um diálogo produtor de escutas e aprendizados mútuos;desenvolver um currículo integrado, interdisciplinar e interdimensional, em que o jovem atue como sujeito, construtor de um todo que faça sentido para ele. A idéia é que a aprendizagem     se    efetiva     realmente quando o aluno consegue     relacionar
os novos conhecimentos com suas experiências prévias e situá-los em suas diferentes facetas de ser humano.
 Envolver uma Participação Cidadã ligadas  ações comunitárias, culturais, esportivas e de lazer; propor novas formas de organização do trabalho escolar, envolvendo diferentes instâncias da administração pública e da sociedade, de modo a viabilizar o desenvolvimento do currículo integrado, o que implica novas formas de gestão compartilhada, de organização dos tempos e dos espaços pedagógicos, de modo a articular a ação criadora dos atores envolvidos com os princípios e diretrizes do projeto pedagógico, evitando que o programa se descaracterize e perca o sentido.
 A ideia é que cada instituição ou sujeito colabore ativamente, na instância em que participa, para a obtenção de objetivos definidos coletivamente e para o desenvolvimento de ações planejadas de modo solidário;definir estratégias de atuação na sala de aula com vistas a integrar as três dimensões do currículo, o que exige considerar o múltiplo e o plural implicados nas experiências e conhecimentos dos jovens, bem como em seu percurso escolar anterior. É na sala de aula que as propostas pedagógicas se concretizam ou não... É nela que se constrói o currículo real. Os alunos trazem experiências pessoais e conhecimentos prévios que não podem ser ignorados, mas que devem constituir uma referência para cada educador definir formas de trabalhar e de se relacionar com a turma. Nesse contexto, o erro não é considerado como falta de informação ou incapacidade para fazer algo, mas como um indicador do momento em que o aluno se encontra na elaboração de um conceito ou uma relação;
 Formar educadores   para   responder   aos desafios que se   apresentem durante
a execução do ProJovem Urbano, o que lhes demanda a competência para planejar
e agir cooperativamente    e a    capacidade de   considerar    as diferentes   facetas
do aluno como ser humano. Para isso, o professor tem de ir além da     condição de
especialista em uma disciplina e agir como educador no sentido amplo da palavra,
desempenhando dois papéis distintos, mas inseparáveis: todo educador é especialista em sua área de conhecimento, mas é também orientador da aprendizagem vista como elemento de construção da autonomia intelectual do aluno/sujeito e de uma visão mais ampla do processo educacional. Desse modo, por meio da formação inicial e continuada, busca-se a construção de um processo identitário em que cada educador se veja simultânea e inseparavelmente como: (a) um perito que domina o instrumental de trabalho próprio de sua área de conhecimento e de sua atividade educacional/docente e sabe usá-lo competentemente; (b) um pensador capaz de situar criticamente sua prática e as representações sociais sobre seu campo de atuação; (c) um cidadão sujeito de direitos e de responsabilidades que faz parte de uma sociedade e de uma comunidade.       ( fonte: Projovem Urbano- Formação de Educadores)

Bibliografia Utilizada

ALVES, Nilda; MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Formação de professores: pensar e fazer. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1996.
BRASIL. Lei Nº 9.394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC,1996.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.Referenciais para a formação de professores. Brasília, DF: MEC/SEF, 1999.
BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Projeto de Estruturação do Curso Normal Superior. Brasília, DF: MEC, 2000.
BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Professores da Educação Básica, em nível Superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Brasília, DF: MEC/CNE, 2001.
CANDAU, Vera Maria Ferrão. Formação continuada de professores: tendências atuais. In:REALI, Maria da Graça N. Muzikami. Formação de professores: tendências atuais. São Carlos: EDUFSCar, 1996.
ESTEVES, Manuela; RODRIGUES, Ângela. Análise das necessidades na formação de professores. São Paulo: Porto Editora, 1993.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra: 1987.
______. Pedagogia da autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
MACEDO, C. Pesquisa sobre formação de professores: os caminhos sobre o aprender a ensinar. Revista Brasileira de Educação nº. 9 – set-dez, 1998.
MACEDO, E. Formação de professores e Diretrizes Curriculares Nacionais: para onde caminha a educação? Teias, Rio de Janeiro: UFRJ/UERJ, 1998. (mimeo).
MARTINS, José de Souza (Org.). Introdução crítica à sociologia rural. São Paulo: Hucitec, 2ª edição, 1986.
MOREIRA, Carlos Eduardo. Formação continuada de professores: entre o improviso e a profissionalização. Florianópolis: Insular, 2002.
NÓVOA, Antônio. Profissão professor. Porto: Porto, 1991.
______. (org.). Vidas de professores. Portugal: Porto Editora, 1992.
______. (org.). Profissão professor. 2ª ed. Trad. Irene L. Mendes, Regina Correia e Luisa S. Gil. Portugal: Porto Editora, 1995a.
______. Os professores e sua formação. Trad. Graça Cunha. Lisboa: Publicações D. Quixote, 1995b.
______. Diz-me como ensina, dir-te-ei quem és e vice-versa. In. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 2ª ed. Campinas: Papirus, 1997.
PERRENOUD, Philippe. Práticas pedagógicas: profissão docente e formação. Trad. Helena Faria. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1997.
______. Formação contínua e obrigatoriedade de competências na profissão professor. In. CONHOLATO, Maria Conceição et al. Idéias 30. Sistema de avaliação educacional.São Paulo: FDE, 1998. 102
______. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas do Sul, 2000.

BIBLIOGRAFIA DE APOIO

  • BOURDIEU . Pierre . A Economia das Trocas Lingüísticas.1998.
  • BURKE. Peter . Variedades de História Cultural .2000.
  • CERTEAU. Michel . A Cultura no Plural .1995
  • DEMO, Pedro. Educar pela Pesquisa.1997.
  • FOUCALT. Michel . Vigiar e Punir.1984.
  • FREIRE. Paulo. Educação como Prática da Liberdade .1967.
  • PERRENOUD. Phillipe. Práticas Pedagógicas : profissão docente e formação.1998.
  • PETITAT, André . Produção da escola . Produção da Sociedade .1994.
  • SALVADOR, César Coll. Aprendizagem Escolar e Construção do Conhecimento.1997.
  • VYGOTSKY. Linguagem , desenvolvimento e aprendizagem  1987

Nossas Formações

  • Análise das relações e das dinâmicas interativas de conhecimentos e valores orientados para a construção de múltiplas realidades, com concepções filosóficas, antropológicas e culturais, para melhor entendimento do espaço escolar e suas vivências.
  • Os fundamentos teóricos  filosóficos e conceituais da Educação, bem como sua aplicabilidade como recurso analítico ao contexto nacional para a compreensão dos fenômenos sociais, políticos e culturais das sociedades contemporâneas.
  • O conhecimento como ferramenta de inserção no mundo através do letramento e  da interação com um aluno/sujeito capaz de construir sua própria história. O saber pensar este conhecimento para um manejo e reconstrução constante com qualidade científica e política.
  • Práticas Pedagógicas: a realidade das salas de aula, sua relação com a teoria e os desafios interdisciplinares do mundo globalizado e virtual. Os desafios impostos pela tecnologia ao espaço escolar – conhecimento e tecnologia e formação de professores.
  • A escola e a sala de aula na Sociedade do Conhecimento – A evolução de uma sociedade industrial para uma sociedade do conhecimento. Gestão do Conhecimento e o conhecimento como fator de produção – O que significa isso para o professor? Qual o seu papel?
  • Os desafios sociais e a educação: drogas, violência doméstica, meio ambiente, direitos e deveres do cidadão, diferenças étnicas e de gênero, sustentabilidade.

Ministrante :Rosangela kirst da Silveira

§       Pedagoga, com habilitação em Educação Especial e Séries Iniciais,  formada pela Universidade Federal de Santa Catarina- UFSC ,  pós-graduada em Educação de Jovens e Adultos -  Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina – CEFET/SC.
§       Trabalhou na implantação do ProJovem – Programa Nacional de Inclusão de Jovens -  em Florianópolis e atuou como coordenadora do Programa até 2008
§       Atualmente atua como coordenadora da Formação e de Qualificação Profissional do ProJovem Urbano de Santa Catarina – Projeto do Governo Federal para inclusão  de  jovens no Ensino Fundamental.